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Planejar as respostas aos riscos – Ger. dos riscos – Parte 2

Resumo:

Apresentar ao leitor as ferramentas e técnicas do processo planejar as respostas aos riscos.

Palavras-chaves:

Planejar, Respostas, Riscos, Gerenciamento, Projetos, PMBOK.

Texto:

Caros leitores,

Na última postagem o autor apresentou as entradas do processo planejar as respostas aos riscos. Nesta postagem serão apresentas as ferramentas e técnicas que são adotadas por tal processo.

Planejar as respostas aos riscos - Relembre

Antes de ir ao objetivo da postagem, o autor gostaria de ressaltar alguns detalhes. As respostas aos riscos, normalmente, envolvem dispêndio de dinheiro e, em alguns casos, tempo.

Outro ponto importante é que pode existir mais de uma estratégia para lidar com os riscos, então o projeto poderá adotar uma ou mais estratégias.

Há ainda uma outra questão, ao criar uma estratégia para tratar um risco, pode haver a criação de um risco secundário.

Sem maiores delongas, seguem as ferramentas e técnicas:

Planejar as respostas aos riscos – Ferramentas e Técnicas:

  • Estratégias para riscos negativos ou ameaças: 4 estratégias podem ser adotadas para lidar com riscos negativos ou ameaças, sendo:
    • Prevenir: esta estratégia tem o objetivo de eliminar o risco por completo, ou proteger integralmente o projeto do impacto. A prevenção pode envolver a alteração do plano de gerenciamento de projeto para que a ameaça seja eliminada. Exemplo: O projeto conta com uma atividade que determinar transportar um determinado material por uma estrada. Esta estrada pode ter risco de desabamento e assaltos. Por segurança, o projeto resolve transportar a carga por avião, eliminando o risco.
    • Transferir: nesta estratégia a equipe do projeto transfere o impacto do risco para um terceiro, juntamente com a responsabilidade pela resposta. O principal ponto desta estratégia, é que ela não elimina o risco. Exemplo: O projeto conta com uma atividade que determinar transportar um determinado material por uma estrada. Esta estrada pode ter risco de desabamento e assaltos. Neste caso a decisão tomada será seguro da carga.

Note, caro leitor, que na estratégia transferir, ainda haverá impacto ao projeto, porém este será reduzido.

    • Mitigar: nesta estratégia a equipe de projeto trabalha para reduzir a chance do risco ocorrer, ou para reduzir o impacto no projeto. O valor desta estratégia é que é o esforço para mitigar o risco, normalmente é menor do que o esforço para se recuperar do impacto. Exemplo: O projeto conta com uma atividade que determinar transportar um determinado material por uma estrada. Esta estrada pode ter risco de desabamento e assaltos. Neste caso a decisão tomada poderá ser a troca de transportadora, ou ainda a troca para uma rota mais segura e seguranças no comboio da carga.

Note que, no exemplo acima, o risco continua existindo, porém ações foram tomadas com o objetivo de reduzir as chances do riscos se confirmar.

    • Aceitar: esta estratégia é a mais simples, porém não tem eficiência. Neste caso a equipe de gerenciamento de projetos reconhece a existência do risco e não toma ação alguma. Neste caso, medidas só serão tomadas quanto o risco se confirmar. Exemplo: O projeto conta com uma atividade que determinar transportar um determinado material por uma estrada. Esta estrada pode ter risco de desabamento e assaltos. A equipe reconhece o risco, porém não toma nenhuma ação.

Considerações finais:

Assim, caros leitores, encerra-se a primeira postagem sobre as ferramentas e técnicas do processo planejar as respostas aos riscos. Com o objetivo de tornar a leitura mais fácil, o autor irá dividir a explicação desta parte do processo.

O grande ponto a se ressaltar é a inexistência de escolha errada sobre estratégias para ameaças e riscos negativos. Isto deve-se ao fato de que nem sempre as estratégias mais efetivas, sejam viáveis.

Referência bibliográfica:

Um Guia do Conhecimento em Gerenciamento de Projetos (Guia PMBOK) – 5ª Edição – Project Management Institute, Inc.

Sobre o autor

Daniel Teran Duarte

Formado em análise e desenvolvimento de sistemas e pós-graduado em Administração de empresas pela FGV – Fundação Getúlio Vargas, e em Consultoria empresarial pela FIA – Fundação Instituto de Administração. Em seus conhecimentos complementares existem diversas certificações, com destaque para as seguintes: Formado em análise e desenvolvimento de sistemas e pós-graduado em Administração de empresas pela FGV – Fundação Getúlio Vargas, e em Consultoria empresarial pela FIA – Fundação Instituto de Administração.

Em seus conhecimentos complementares existem diversas certificações, sendo estas: PMP – Project Management Professional; PRINCE2® Practitioner; PSM I – Professional Scrum Master I; DEVOPS Master; HCMP® 3G Expert Professional; MCP - Microsoft Project 2013; ITIL V3 Expert; ISO 20.000 Consultant Manager; HDI SCM - Support Center Manager; Cobit; ISO 9001:2015 Auditor Líder; ISO 22301:2012 Auditor Líder.

Para conhecer mais sobre Daniel Teran Duarte, visite o perfil no Linkedin ou encaminhe um e-mail.

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